Este artigo tem por objetivo servir de aporte tarístico, teático (teoria e prática), para consciências interessadas em promover reciclagens intraconscienciais (recins) e subsequente melhora na qualidade de sua Tarefa Energética Pessoal (tenepes). Trata-se de metodologia autoconsciencioterápica, multimétodos para coleta e posterior análise de dados. Os instrumentos utilizados foram: diário de campo tenepesístico; diário de campo projeciológico; ficha de registros holossomáticos; ficha de heterocríticas contendo trafores e trafares. São apresentadas as técnicas utilizadas em cada fase autoconsciencioterápica, até o atual momento de autopesquisa, traço-fardo identificado e holopensene predominante materpensene. Os dados são discutidos quanto à necessidade de autopesquisa ininterrupta para reciclagens intraconscienciais contínuas e maior qualificação do tenepessista para essa tarefa interassistencial máxima assumida na vida intrafisica. Os resultados da autopesquisa permitem expandir a hipótese de que a tenepes, além de técnica interassistencial, pode ser um meio catalisador para recins por parte do praticante.
Conscientiotherapia Helen Durgante Ano 9, N. 10, Setembro, 2020 (2020-09)
Este artigo trata de experiência projetiva, vivenciada pela autora, em caráter semiconsciente, com indício de lucidez mais apurada e detalhismo de fatos na interiorização e rememoração. A projeção ocorreu na noite de 27 de outubro de 2017, duas semanas após início do Curso Integrado de Projeciologia – CIP, no qual a autora compunha a equipe docente, na cidade de Porto Alegre, RS, Brasil. O objetivo deste trabalho é discutir a relação entre reciclagens intraconscienciais e reurbanizações extrafísicas. Utilizou-se como metodologia de pesquisa a Projeciografia e a Projeciocrítica, além de registros da autora compilados durante os últimos 2 anos de autopesquisa ininterrupta sobre traço-fardo a ser reciclado. Os resultados apontam para o caráter reurbanizador das reciclagens profundas de traços intraconscienciais nosológicos podem produzir, ao longo do processo evolutivo individual e grupal.
Homo Projector Helen Durgante v. 05 n. 01 - JAN/JUN – 2018 (2018-01)